domingo, 11 de maio de 2014

Um Domingo Muito Especial.

Foi neste domingo dia 11 de Maio de 2014,que na Paróquia de Nisa teve lugar uma grande festa. Além de ser o dia do Bom Pastor foi a 1ª Comunhão dos meninos e meninas do 3º ano, grupo das catequistas Conceição Sequeira e Maria José Valente. 


Neste dia estas crianças receberam pela 1ª vez o corpo de Cristo dentro de si e assim continuam o seu caminha na fé. É importante que toda a nossa Comunidade, pais, familiares, catequistas, todos continuem a auxilia-las para que o seu caminho seja cheio de graça e apoio de Cristo.

Além desta festa tão importante, foi também o dia do Bom Pastor, fica então aqui o desejo de felicidades aos nossos sacerdotes e a todos os sacerdotes do Mundo, que Cristo os continue a iluminar para que consigam cativar cada vez mais pessoas e a que estas deixem entrar Cristo nas suas vidas.

Um especial agradecimento a todos os que ajudaram para que este dia fosse tão especial para todos. 

sábado, 10 de maio de 2014

IV Domingo de Páscoa

LEITURA I Actos 2, 14a.36-41
«Deus fê-l’O Senhor e Messias»

Leitura dos Actos dos Apóstolos
No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, com os onze Apóstolos, ergueu a voz e falou ao povo: «Saiba com absoluta certeza toda a casa de Israel que Deus fez Senhor e Messias esse Jesus que vós crucificastes». Ouvindo isto, sentiram todos o coração trespassado e perguntaram a Pedro e aos outros Apóstolos: «Que havemos de fazer, irmãos?». Pedro respondeu-lhes: «Convertei-vos e peça cada um de vós o Baptismo em nome de Jesus Cristo, para vos serem perdoados os pecados. Recebereis então o dom do Espírito Santo, porque a promessa desse dom é para vós, para os vossos filhos e para quantos, de longe, ouvirem o apelo do Senhor nosso Deus». E com muitas outras palavras os persuadia e exortava, dizendo: «Salvai-vos desta geração perversa». Os que aceitaram as palavras de Pedro receberam o Baptismo e naquele dia juntaram-se aos discípulos cerca de três mil pessoas.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1 ou Aleluia)


O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma. Refrão

Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo
me enchem de confiança. Refrão

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e o meu cálice transborda. Refrão

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me,
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre. Refrão


LEITURA II 1 Pedro 2, 20b-25
«Voltastes para o pastor e guarda das vossas almas»

Leitura da Primeira Epístola de São Pedro
Caríssimos: Se vós, fazendo o bem, suportais o sofrimento com paciência, isto é uma graça aos olhos de Deus. Para isto é que fostes chamados, porque Cristo sofreu também por vós, deixando-vos o exemplo, para que sigais os seus passos. Ele não cometeu pecado algum e na sua boca não se encontrou mentira. Insultado, não pagava com injúrias; maltratado, não respondia com ameaças; mas entregava-Se Àquele que julga com justiça. Ele suportou os nossos pecados no seu Corpo, sobre o madeiro da cruz, a fim de que, mortos para o pecado, vivamos para a justiça: pelas suas chagas fomos curados. Vós éreis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes para o pastor e guarda das vossas almas.
Palavra do Senhor.

EVANGELHO Jo 10, 1-10
«Eu sou a porta das ovelhas»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que não entra no aprisco das ovelhas pela porta, mas entra por outro lado, é ladrão e salteador. Mas aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas. O porteiro abre-lhe a porta e as ovelhas conhecem a sua voz. Ele chama cada uma delas pelo seu nome e leva-as para fora. Depois de ter feito sair todas as que lhe pertencem, caminha à sua frente e as ovelhas seguem-no, porque conhecem a sua voz. Se for um estranho, não o seguem, mas fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos». Jesus apresentou-lhes esta comparação, mas eles não compreenderam o que queria dizer. Jesus continuou: «Em verdade, em verdade vos digo: Eu sou a porta das ovelhas. Aqueles que vieram antes de Mim são ladrões e salteadores, mas as ovelhas não os escutaram. Eu sou a porta. Quem entrar por Mim será salvo: é como a ovelha que entra e sai do aprisco e encontra pastagem. O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir. Eu vim para que as minhas ovelhas tenham vida e a tenham em abundância».

Palavra da salvação.


domingo, 4 de maio de 2014

Grupo do 1º ano de Catequese 2013/2014

O início do mês de Maio demarca o tempo das festas de catequese. Pretendemos aproximar os leitores dos diferentes grupos que formam o conjunto da formação catequética da nossa comunidade paroquial.
Em primeiro lugar apresentamos a turma do 1º ano que já realizou a sua festa do "Pai Nosso" no III Domingo da Páscoa.

O grupo do 1º ano de Catequese na comunidade paroquial de Nisa é formado por 11 crianças. São elas:
Beatriz Carloto, Bruna Martinho, Carolina Requeixa, Catarina Serralha, Gonçalo Maurício, Francisco Rebelo, Joana Morujo, Leonor Salgueiro, Madalena Louro, Margarida Anselmo e Rodrigo Almeida.

Estas crianças começaram, no início deste ano lectivo, uma nova caminhada formativa, através da qual pretende-se ajudá-las a conhecer a pessoa e a mensagem de Jesus e a crescer na fé.

Com a ajuda da catequista Manuela Anselmo, auxiliada pela Ana Rita Ribeiro e na base do catecismo “Jesus gosta de mim“, este grupo de onze crianças tem vindo, ao longo deste ano ano pastoral, a descobrir Jesus como o Amigo que nos acompanha e nos ajuda.


A nossa caminhada continuará durante os próximos nove anos, ao longo dos quais caminharemos para alcançara maturidade da Fé e para aprofundar cada vez mais a nossa amizade com Jesus.

2ª feira da Oitava da Páscoa – Romaria à Senhora da Graça


Em Nisa, segundo uma antiquíssima tradição, a 2ªfeira de Páscoa é o dia da nossa Padroeira - Nossa Senhora da Graça. Neste dia as famílias deslocam-se ao Santuário para celebrar com Maria a Ressurreição de Jesus.
Para o povo de Nisa este é dos dias mais importantes, “pois não há festa que mais fale ao coração dos nisenses”. Celebrar a Páscoa sem a presença de Maria é celebrar algo que fica incompleto, pois ela leva-nos a Jesus. Neste tempo pascal ainda tem mais sentido porque com Maria alegramo-nos com a ressurreição do seu Filho.

Pelas oito da manhã, os sinos da igreja Matriz anunciaram o dia da Padroeira com o seu alegre repicar. Foi celebrada missa às 9 da manhã na igreja Matriz para as pessoas que por vários motivos não se podiam deslocar ao Santuário.
Com grande afluência e entusiasmo o recinto do Santuário encheu-se de nisenses e de pessoas de toda a região, onde às 11 horas foi celebrada missa campal presidida pelo padre Sebastian Joseph e animada pelo coro paroquial.
Depois realizou-se a tradicional procissão em honra de Nossa Senhora da Graça pela encosta do Santuário, acompanhada pela Banda Musical Nisense.

Na parte da tarde, pelas 16 horas, terminamos o dia rezando na Ermida o terço e a oração de Vésperas pedindo a Maria que abençoe a vila de Nisa e toda a Igreja.

Domingo de Páscoa – Domingo da Ressureição do Senhor

Embora com alguma distância temporal dos acontecimentos, aqui colocamos as impressões de um dos paroquianos relativas às celebrações da Páscoa deste ano em Nisa.

No Domingo dia 20 de Abril celebrámos a Ressurreição do Senhor, a passagem da morte à vida. Celebrar a Ressurreição de Jesus não é apenas celebrar um acontecimento histórico, mas também é celebrar a nossa própria ressurreição, pois somos convidados a ressuscitar com Ele para uma vida nova, para uma vida cheia de Amor. Somos chamados, como cristãos, a testemunhar essa Vida e como testemunhas a transmiti-la aos outros que estão ao nosso lado.

A nossa comunidade paroquial de Nisa pelas 10 horas reuniu-se na igreja Matriz para celebrar a Missa de dia de Páscoa, dia tão importante para nós cristãos, presidida pelo nosso pároco Pe. Jacinto.
Neste dia na nossa comunidade paroquial houve 6 Batismos e assim a nossa paróquia alegra-se e fica mais enriquecida com os novos membros.
Ao terminar a celebração da missa procedeu-se de imediato à procissão da Ressurreição pelas ruas da Vila em direção à Igreja do Espírito Santo. Através de cânticos pascais, de flores no chão, de colchas às janelas, muitos foram os fiéis que de uma ou outra maneira quiseram adorar Jesus Ressuscitado, manifestando a alegria da Páscoa pelas ruas de Nisa.
Para melhor embelezamento da procissão tivemos a colaboração da Banda Musical Nisense.

sábado, 3 de maio de 2014

III Domingo da Páscoa

LEITURA I Actos 2, 14.22-33
«Não era possível que Ele ficasse sob o domínio da morte»

Leitura dos Actos dos Apóstolos
No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, com os onze Apóstolos, ergueu a voz e falou ao povo: «Homens da Judeia e vós todos que habitais em Jerusalém, compreendei o que está a acontecer e ouvi as minhas palavras: Jesus de Nazaré foi um homem acreditado por Deus junto de vós com milagres, prodígios e sinais, que Deus realizou no meio de vós, por seu intermédio, como sabeis. Depois de entregue, segundo o desígnio imutável e a previsão de Deus, vós destes-Lhe a morte, cravando-O na cruz pela mão de gente perversa. Mas Deus ressuscitou-O, livrando-O dos laços da morte, porque não era possível que Ele ficasse sob o seu domínio. Diz David a seu respeito: ‘O Senhor está sempre na minha presença, com Ele a meu lado não vacilarei. Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta e até o meu corpo descansa tranquilo. Vós não abandonareis a minha alma na mansão dos mortos, nem deixareis o vosso Santo sofrer a corrupção. Destes-me a conhecer os caminhos da vida, a alegria plena em vossa presença’. Irmãos, seja-me permitido falar-vos com toda a liberdade: o patriarca David morreu e foi sepultado e o seu túmulo encontra-se ainda hoje entre nós. Mas, como era profeta e sabia que Deus lhe prometera sob juramento que um descendente do seu sangue havia de sentar-se no seu trono, viu e proclamou antecipadamente a ressurreição de Cristo, dizendo que Ele não O abandonou na mansão dos mortos, nem a sua carne conheceu a corrupção. Foi este Jesus que Deus ressuscitou e disso todos nós somos testemunhas. Tendo sido exaltado pelo poder de Deus, recebeu do Pai a promessa do Espírito Santo, que Ele derramou, como vedes e ouvis».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 15 (16), 1-2a.5.7-8.9-10.11 (R. 11a ou Aleluia)


Defendei-me, Senhor; Vós sois o meu refúgio.
Digo ao Senhor: Vós sois o meu Deus.
Senhor, porção da minha herança e do meu cálice,
está nas vossas mãos o meu destino. Refrão

Bendigo o Senhor por me ter aconselhado,
até de noite me inspira interiormente.
O Senhor está sempre na minha presença,
com Ele a meu lado não vacilarei. Refrão

Por isso o meu coração se alegra
e a minha alma exulta
e até o meu corpo descansa tranquilo.
Vós não abandonareis a minha alma 
na mansão dos mortos,
nem deixareis o vosso fiel conhecer a corrupção. Refrão

Dar-me-eis a conhecer os caminhos da vida,
alegria plena em vossa presença,
delícias eternas à vossa direita. Refrão


LEITURA II 1 Pedro 1, 17-21
«Fostes resgatados pelo sangue precioso de Cristo, Cordeiro sem mancha»

Leitura da Primeira Epístola de São Pedro
Caríssimos: Se invocais como Pai Aquele que, sem acepção de pessoas, julga cada um segundo as suas obras, vivei com temor, durante o tempo de exílio neste mundo. Lembrai-vos que não foi por coisas corruptíveis, como prata e oiro, que fostes resgatados da vã maneira de viver, herdada dos vossos pais, mas pelo sangue precioso de Cristo, Cordeiro sem defeito e sem mancha, predestinado antes da criação do mundo e manifestado nos últimos tempos por vossa causa. Por Ele acreditais em Deus, que O ressuscitou dos mortos e Lhe deu a glória, para que a vossa fé e a vossa esperança estejam em Deus.
Palavra do Senhor.


EVANGELHO Lc 24, 13-35
«Conheceram-n’O ao partir o pão»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Dois dos discípulos de Jesus iam a caminho duma povoação chamada Emaús, que ficava a duas léguas de Jerusalém. Conversavam entre si sobre tudo o que tinha sucedido. Enquanto falavam e discutiam, Jesus aproximou-Se deles e pôs-Se com eles a caminho. Mas os seus olhos estavam impedidos de O reconhecerem. Ele perguntou-lhes: «Que palavras são essas que trocais entre vós pelo caminho?». Pararam, com ar muito triste, e um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único habitante de Jerusalém a ignorar o que lá se passou estes dias». E Ele perguntou: «Que foi?». Responderam-Lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; e como os príncipes dos sacerdotes e os nossos chefes O entregaram para ser condenado à morte e crucificado. Nós esperávamos que fosse Ele quem havia de libertar Israel. Mas, afinal, é já o terceiro dia depois que isto aconteceu. É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos sobressaltaram: foram de madrugada ao sepulcro, não encontraram o corpo de Jesus e vieram dizer que lhes tinham aparecido uns Anjos a anunciar que Ele estava vivo. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas a Ele não O viram». Então Jesus disse-lhes: «Homens sem inteligência e lentos de espírito para acreditar em tudo o que os profetas anunciaram! Não tinha o Messias de sofrer tudo isso para entrar na sua glória?». Depois, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicou-lhes em todas as Escrituras o que Lhe dizia respeito. Ao chegarem perto da povoação para onde iam, Jesus fez menção de ir para diante. Mas eles convenceram-n’O a ficar, dizendo: «Ficai connosco, porque o dia está a terminar e vem caindo a noite». Jesus entrou e ficou com eles. E quando Se pôs à mesa, tomou o pão, recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho. Nesse momento abriram-se-lhes os olhos e reconheceram-n’O. Mas Ele desapareceu da sua presença. Disseram então um para o outro: «Não ardia cá dentro o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?». Partiram imediatamente de regresso a Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os que estavam com eles, que diziam: «Na verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão». E eles contaram o que tinha acontecido no caminho e como O tinham reconhecido ao partir o pão.

Palavra da salvação.