domingo, 4 de maio de 2014

Grupo do 1º ano de Catequese 2013/2014

O início do mês de Maio demarca o tempo das festas de catequese. Pretendemos aproximar os leitores dos diferentes grupos que formam o conjunto da formação catequética da nossa comunidade paroquial.
Em primeiro lugar apresentamos a turma do 1º ano que já realizou a sua festa do "Pai Nosso" no III Domingo da Páscoa.

O grupo do 1º ano de Catequese na comunidade paroquial de Nisa é formado por 11 crianças. São elas:
Beatriz Carloto, Bruna Martinho, Carolina Requeixa, Catarina Serralha, Gonçalo Maurício, Francisco Rebelo, Joana Morujo, Leonor Salgueiro, Madalena Louro, Margarida Anselmo e Rodrigo Almeida.

Estas crianças começaram, no início deste ano lectivo, uma nova caminhada formativa, através da qual pretende-se ajudá-las a conhecer a pessoa e a mensagem de Jesus e a crescer na fé.

Com a ajuda da catequista Manuela Anselmo, auxiliada pela Ana Rita Ribeiro e na base do catecismo “Jesus gosta de mim“, este grupo de onze crianças tem vindo, ao longo deste ano ano pastoral, a descobrir Jesus como o Amigo que nos acompanha e nos ajuda.


A nossa caminhada continuará durante os próximos nove anos, ao longo dos quais caminharemos para alcançara maturidade da Fé e para aprofundar cada vez mais a nossa amizade com Jesus.

2ª feira da Oitava da Páscoa – Romaria à Senhora da Graça


Em Nisa, segundo uma antiquíssima tradição, a 2ªfeira de Páscoa é o dia da nossa Padroeira - Nossa Senhora da Graça. Neste dia as famílias deslocam-se ao Santuário para celebrar com Maria a Ressurreição de Jesus.
Para o povo de Nisa este é dos dias mais importantes, “pois não há festa que mais fale ao coração dos nisenses”. Celebrar a Páscoa sem a presença de Maria é celebrar algo que fica incompleto, pois ela leva-nos a Jesus. Neste tempo pascal ainda tem mais sentido porque com Maria alegramo-nos com a ressurreição do seu Filho.

Pelas oito da manhã, os sinos da igreja Matriz anunciaram o dia da Padroeira com o seu alegre repicar. Foi celebrada missa às 9 da manhã na igreja Matriz para as pessoas que por vários motivos não se podiam deslocar ao Santuário.
Com grande afluência e entusiasmo o recinto do Santuário encheu-se de nisenses e de pessoas de toda a região, onde às 11 horas foi celebrada missa campal presidida pelo padre Sebastian Joseph e animada pelo coro paroquial.
Depois realizou-se a tradicional procissão em honra de Nossa Senhora da Graça pela encosta do Santuário, acompanhada pela Banda Musical Nisense.

Na parte da tarde, pelas 16 horas, terminamos o dia rezando na Ermida o terço e a oração de Vésperas pedindo a Maria que abençoe a vila de Nisa e toda a Igreja.

Domingo de Páscoa – Domingo da Ressureição do Senhor

Embora com alguma distância temporal dos acontecimentos, aqui colocamos as impressões de um dos paroquianos relativas às celebrações da Páscoa deste ano em Nisa.

No Domingo dia 20 de Abril celebrámos a Ressurreição do Senhor, a passagem da morte à vida. Celebrar a Ressurreição de Jesus não é apenas celebrar um acontecimento histórico, mas também é celebrar a nossa própria ressurreição, pois somos convidados a ressuscitar com Ele para uma vida nova, para uma vida cheia de Amor. Somos chamados, como cristãos, a testemunhar essa Vida e como testemunhas a transmiti-la aos outros que estão ao nosso lado.

A nossa comunidade paroquial de Nisa pelas 10 horas reuniu-se na igreja Matriz para celebrar a Missa de dia de Páscoa, dia tão importante para nós cristãos, presidida pelo nosso pároco Pe. Jacinto.
Neste dia na nossa comunidade paroquial houve 6 Batismos e assim a nossa paróquia alegra-se e fica mais enriquecida com os novos membros.
Ao terminar a celebração da missa procedeu-se de imediato à procissão da Ressurreição pelas ruas da Vila em direção à Igreja do Espírito Santo. Através de cânticos pascais, de flores no chão, de colchas às janelas, muitos foram os fiéis que de uma ou outra maneira quiseram adorar Jesus Ressuscitado, manifestando a alegria da Páscoa pelas ruas de Nisa.
Para melhor embelezamento da procissão tivemos a colaboração da Banda Musical Nisense.

sábado, 3 de maio de 2014

III Domingo da Páscoa

LEITURA I Actos 2, 14.22-33
«Não era possível que Ele ficasse sob o domínio da morte»

Leitura dos Actos dos Apóstolos
No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, com os onze Apóstolos, ergueu a voz e falou ao povo: «Homens da Judeia e vós todos que habitais em Jerusalém, compreendei o que está a acontecer e ouvi as minhas palavras: Jesus de Nazaré foi um homem acreditado por Deus junto de vós com milagres, prodígios e sinais, que Deus realizou no meio de vós, por seu intermédio, como sabeis. Depois de entregue, segundo o desígnio imutável e a previsão de Deus, vós destes-Lhe a morte, cravando-O na cruz pela mão de gente perversa. Mas Deus ressuscitou-O, livrando-O dos laços da morte, porque não era possível que Ele ficasse sob o seu domínio. Diz David a seu respeito: ‘O Senhor está sempre na minha presença, com Ele a meu lado não vacilarei. Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta e até o meu corpo descansa tranquilo. Vós não abandonareis a minha alma na mansão dos mortos, nem deixareis o vosso Santo sofrer a corrupção. Destes-me a conhecer os caminhos da vida, a alegria plena em vossa presença’. Irmãos, seja-me permitido falar-vos com toda a liberdade: o patriarca David morreu e foi sepultado e o seu túmulo encontra-se ainda hoje entre nós. Mas, como era profeta e sabia que Deus lhe prometera sob juramento que um descendente do seu sangue havia de sentar-se no seu trono, viu e proclamou antecipadamente a ressurreição de Cristo, dizendo que Ele não O abandonou na mansão dos mortos, nem a sua carne conheceu a corrupção. Foi este Jesus que Deus ressuscitou e disso todos nós somos testemunhas. Tendo sido exaltado pelo poder de Deus, recebeu do Pai a promessa do Espírito Santo, que Ele derramou, como vedes e ouvis».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 15 (16), 1-2a.5.7-8.9-10.11 (R. 11a ou Aleluia)


Defendei-me, Senhor; Vós sois o meu refúgio.
Digo ao Senhor: Vós sois o meu Deus.
Senhor, porção da minha herança e do meu cálice,
está nas vossas mãos o meu destino. Refrão

Bendigo o Senhor por me ter aconselhado,
até de noite me inspira interiormente.
O Senhor está sempre na minha presença,
com Ele a meu lado não vacilarei. Refrão

Por isso o meu coração se alegra
e a minha alma exulta
e até o meu corpo descansa tranquilo.
Vós não abandonareis a minha alma 
na mansão dos mortos,
nem deixareis o vosso fiel conhecer a corrupção. Refrão

Dar-me-eis a conhecer os caminhos da vida,
alegria plena em vossa presença,
delícias eternas à vossa direita. Refrão


LEITURA II 1 Pedro 1, 17-21
«Fostes resgatados pelo sangue precioso de Cristo, Cordeiro sem mancha»

Leitura da Primeira Epístola de São Pedro
Caríssimos: Se invocais como Pai Aquele que, sem acepção de pessoas, julga cada um segundo as suas obras, vivei com temor, durante o tempo de exílio neste mundo. Lembrai-vos que não foi por coisas corruptíveis, como prata e oiro, que fostes resgatados da vã maneira de viver, herdada dos vossos pais, mas pelo sangue precioso de Cristo, Cordeiro sem defeito e sem mancha, predestinado antes da criação do mundo e manifestado nos últimos tempos por vossa causa. Por Ele acreditais em Deus, que O ressuscitou dos mortos e Lhe deu a glória, para que a vossa fé e a vossa esperança estejam em Deus.
Palavra do Senhor.


EVANGELHO Lc 24, 13-35
«Conheceram-n’O ao partir o pão»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Dois dos discípulos de Jesus iam a caminho duma povoação chamada Emaús, que ficava a duas léguas de Jerusalém. Conversavam entre si sobre tudo o que tinha sucedido. Enquanto falavam e discutiam, Jesus aproximou-Se deles e pôs-Se com eles a caminho. Mas os seus olhos estavam impedidos de O reconhecerem. Ele perguntou-lhes: «Que palavras são essas que trocais entre vós pelo caminho?». Pararam, com ar muito triste, e um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único habitante de Jerusalém a ignorar o que lá se passou estes dias». E Ele perguntou: «Que foi?». Responderam-Lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; e como os príncipes dos sacerdotes e os nossos chefes O entregaram para ser condenado à morte e crucificado. Nós esperávamos que fosse Ele quem havia de libertar Israel. Mas, afinal, é já o terceiro dia depois que isto aconteceu. É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos sobressaltaram: foram de madrugada ao sepulcro, não encontraram o corpo de Jesus e vieram dizer que lhes tinham aparecido uns Anjos a anunciar que Ele estava vivo. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas a Ele não O viram». Então Jesus disse-lhes: «Homens sem inteligência e lentos de espírito para acreditar em tudo o que os profetas anunciaram! Não tinha o Messias de sofrer tudo isso para entrar na sua glória?». Depois, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicou-lhes em todas as Escrituras o que Lhe dizia respeito. Ao chegarem perto da povoação para onde iam, Jesus fez menção de ir para diante. Mas eles convenceram-n’O a ficar, dizendo: «Ficai connosco, porque o dia está a terminar e vem caindo a noite». Jesus entrou e ficou com eles. E quando Se pôs à mesa, tomou o pão, recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho. Nesse momento abriram-se-lhes os olhos e reconheceram-n’O. Mas Ele desapareceu da sua presença. Disseram então um para o outro: «Não ardia cá dentro o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?». Partiram imediatamente de regresso a Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os que estavam com eles, que diziam: «Na verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão». E eles contaram o que tinha acontecido no caminho e como O tinham reconhecido ao partir o pão.

Palavra da salvação.


sábado, 26 de abril de 2014

II Domingo da Páscoa

LEITURA I Actos 2, 42-47
«Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum»

Leitura dos Actos dos Apóstolos
Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fracção do pão e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, toda a gente se enchia de temor. Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam propriedades e bens e distribuíam o dinheiro por todos, conforme as necessidades de cada um. Todos os dias frequentavam o templo, como se tivessem uma só alma, e partiam o pão em suas casas; tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração, louvando a Deus e gozando da simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava todos os dias o número dos que deviam salvar-se.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 2-4.13-15.22-24 (R. 1)

Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Aarão:
é eterna a sua misericórdia. Refrão

Digam os que temem o Senhor:
é eterna a sua misericórdia.
Empurraram-me para cair,
mas o Senhor me amparou. Refrão

O Senhor é a minha fortaleza e a minha glória,
foi Ele o meu Salvador.
Gritos de júbilo e de vitória nas tendas dos justos:
a mão do Senhor fez prodígios. Refrão

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria. Refrão

LEITURA II 1 Pedro 1, 3-9
«Fez-nos renascer para uma esperança viva pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos»

Leitura da Primeira Epístola de São Pedro
Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, na sua grande misericórdia, nos fez renascer, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos, para uma esperança viva, para uma herança que não se corrompe, nem se mancha, nem desaparece. Esta herança está reservada nos Céus para vós que pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que se vai revelar nos últimos tempos. Isto vos enche de alegria, embora vos seja preciso ainda, por pouco tempo, passar por diversas provações, para que a prova a que é submetida a vossa fé – muito mais preciosa que o ouro perecível, que se prova pelo fogo – seja digna de louvor, glória e honra, quando Jesus Cristo Se manifestar. Sem O terdes visto, vós O amais; sem O ver ainda, acreditais n’Ele. E isto é para vós fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque conseguis o fim da vossa fé: a salvação das vossas almas.
Palavra do Senhor.

EVANGELHO Jo 20, 19-31
«Oito dias depois, veio Jesus...»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.

Palavra da salvação.


domingo, 20 de abril de 2014

Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor

Leitura I Act. 10, 34a, 37-43

Leitura dos Actos dos Apóstolos
Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: «Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do baptismo que João pregou: Deus ungiu com a força do Espírito Santo a Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem e curando a todos os que eram oprimidos pelo Demónio, porque Deus estava com Ele. Nós somos testemunhas de tudo o que Ele fez no país dos judeus e em Jerusalém; e eles mataram-n'O, suspendendo-O na cruz. Deus ressuscitou-O ao terceiro dia e permitiu-Lhe manifestar-Se¬, não a todo o povo, mas às testemunhas de antemão designadas por Deus, a nós que comemos e bebemos com Ele, depois de ter ressuscitado dos mortos. Jesus mandou-nos pregar ao povo e testemunhar que Ele foi constituído por Deus juiz dos vivos e dos mortos. É d'Ele que todos os profetas dão o seguinte testemunho: quem acredita n’Ele recebe pelo seu nome a remissão dos pecados».
Palavra do Senhor.


Salmo Responsorial Sal. 117(118), 1-2, 16ab-17, 22-23


Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Israel:
é eterna a Sua misericórdia. Refrão

A mão do Senhor fez prodígios,
a mão do Senhor foi magnífica.
Não morrerei, mas hei-de viver,
para anunciar as obras do Senhor. Refrão

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
e é admirável aos nossos olhos. Refrão


Leitura II Col. 3, 1-4 

Leitura da Epístola do apóstolo S. Paulo aos Colossenses
Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde Cristo Se encontra, sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra. Porque vós morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a vossa vida, Se manifestar, então também vós vos haveis de manifestar com Ele na glória.
Palavra do Senhor.

Evangelho Jo 20, 1-9

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. João 
No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcro e viu a pedra retirada do sepulcro. Correu então e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo que Jesus amava e disse-lhes: «Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram». Pedro partiu com o outro discípulo e foram ambos ao sepulcro. Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo antecipou-se, correndo mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro¬. Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou. Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira. Entrou no sepulcro e viu as ligaduras no chão e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não com as ligaduras, mas enrolado à parte. Entrou também o outro discípulo que chegara primeiro ao sepulcro:¬ viu e acreditou. Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.

Palavra da Salvação.