segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Semana dos Seminários - testemunho do Miguel Serra

“Para que Cristo se forme em nós.”; é este o tema daSemana dos Seminários deste ano, e também uma definição muito boa da função que tem o seminário. É para que Cristo se forme em nós, que estamos no seminário, para que o nosso olhar seja o olhar de Jesus, para que o nosso coração seja o coração de Jesus, para que os nossos sentimentos sejam os de Jesus. Olhar o povo de Deus com compaixão, amar o Povo de Deus com o coração e sentir o povo de Deus como povo a nós confiado. Mas para isso é preciso fazer um caminho em seminário, tantas vezes alegre e feliz, mas também muitas vezes doloroso, com muito sofrimento, pois para que Cristo se forme em nós, é preciso nós próprios sairmos de nós, deixar de fazer só o que nos apetece, abandonando-nos nas mãos de Deus, fazendo a Sua vontade. A vida de seminário, a vida sacerdotal é então uma entrega total e plena de nós mesmos, da nossa vida, em prol do Reino de Deus, entregarmo-nos por amor ao serviço da Igreja.

 Da minha experiência de seminário, é uma vida muito bela, muito gratificante e muito feliz, pois há mais alegria em dar do que em receber. Só fazendo a vontade de Deus, só respondendo ao Seu chamamento poderemos ser realmente e profundamente felizes, só assim nos realizaremos plenamente como pessoas. Deus tem uma vocação, tem um projecto para cada um de Nós.
Nem todos são os escolhidos para fazer esta caminhada em seminário, mas todos somos chamados a rezar pelos que são escolhidos; cuidar das vocações sacerdotais é uma tarefa directa das comunidades cristãs.


Rezai por nós seminaristas da nossa diocese, para que saibamos sempre discernir a vocação e para que sejamos sempre fiéis à vontade do Senhor. Nós, no seminário, rezaremos por vós e, desta forma, ainda que a 200 km de distância geográfica, estaremos sempre juntos em Cristo que a todos nos une no Seu Amor.


Miguel Pedro Nunes Serra

sábado, 16 de novembro de 2013

XXIII Domingo do Tempo Comum

LEITURA I Mal 3, 19-20a

«Para vós nascerá o sol de justiça»

Leitura da Profecia de Malaquias
Há-de vir o dia do Senhor, ardente como uma fornalha; e serão como a palha todos os soberbos e malfeitores. O dia que há-de vir os abrasará – diz o Senhor do Universo – e não lhes deixará raiz nem ramos. Mas para vós que temeis o meu nome, nascerá o sol de justiça, trazendo nos seus raios a salvação.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 97 (98), 5-9 (R. cf. 9)


Cantai ao Senhor ao som da cítara,
ao som da cítara e da lira;
ao som da tuba e da trombeta,
aclamai o Senhor, nosso Rei. Refrão

Ressoe o mar e tudo o que ele encerra,
a terra inteira e tudo o que nela habita;
aplaudam os rios
e as montanhas exultem de alegria. Refrão

Diante do Senhor que vem,
que vem para julgar a terra;
julgará o mundo com justiça
e os povos com equidade. Refrão


LEITURA II 2 Tes 3, 7-12
«Quem não quer trabalhar, também não deve comer»

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Tessalonicenses
Irmãos: Vós sabeis como deveis imitar-nos, pois não vivemos entre vós na ociosidade, nem comemos de graça o pão de ninguém. Trabalhámos dia e noite, com esforço e fadiga, para não sermos pesados a nenhum de vós. Não é que não tivéssemos esse direito, mas quisemos ser para vós exemplo a imitar. Quando ainda estávamos convosco, já vos dávamos esta ordem: quem não quer trabalhar, também não deve comer. Ouvimos dizer que alguns de vós vivem na ociosidade, sem fazerem trabalho algum, mas ocupados em futilidades. A esses ordenamos e recomendamos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que trabalhem tranquilamente, para ganharem o pão que comem.
Palavra do Senhor.


EVANGELHO Lc 21, 5-19
«Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, comentavam alguns que o templo estava ornado
com belas pedras e piedosas ofertas. Jesus disse-lhes: «Dias virão em que, de tudo o que estais a ver, não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído». Eles perguntaram-Lhe: «Mestre, quando sucederá isto? Que sinal haverá de que está para acontecer?». Jesus respondeu: «Tende cuidado; não vos deixeis enganar, pois muitos virão em meu nome e dirão: ‘Sou eu’; e ainda: ‘O tempo está próximo’. Não os sigais. Quando ouvirdes falar de guerras e revoltas, não vos alarmeis: é preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim». Disse-lhes ainda: «Há-de erguer-se povo contra povo e reino contra reino. Haverá grandes terramotos e, em diversos lugares, fomes e epidemias. Haverá fenómenos espantosos e grandes sinais no céu. Mas antes de tudo isto, deitar-vos-ão as mãos e hão-de perseguir-vos, entregando-vos às sinagogas e às prisões, conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Assim tereis ocasião de dar testemunho. Tende presente em vossos corações que não deveis preparar a vossa defesa. Eu vos darei língua e sabedoria a que nenhum dos vossos adversários poderá resistir ou contradizer. Sereis entregues até pelos vossos pais, irmãos, parentes e amigos. Causarão a morte a alguns de vós e todos vos odiarão por causa do meu nome; mas nenhum cabelo da vossa cabeça se perderá. Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas».


Palavra da salvação.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O grupo de acólitos acolhe novos membros

Na Eucaristia dominical do dia 10 de novembro de 2013, a comunidade paroquial de Nisa presenciou o ingresso de três aspirantes a acólitos, assim como a investidura de outros dois.

 A cerimónia decorreu num clima de solenidade e de festa. Os mais novos membros do grupo foram “apadrinhados” pelos restantes acólitos que, na mesma celebração renovaram, por mais um ano, os seus compromissos de serviço ao altar.

A todos desejamos perseverança no serviço à Paróquia e uma caminhada de fé, unidos, cada vez mais, ao Senhor Jesus!

A catequese e o nosso Magusto

No passado domingo, dia 10 de novembro às 14h30m, as crianças e os jovens da catequese da paróquia de Nisa, reuniram-se junto ao centro pastoral do Calvário para, em seguida, se dirigirem em grupo, e acompanhadas pelos seus catequistas, até à Ermida de Santo António.
 

A tarde foi bem passada pelas crianças e todos os presentes que aproveitaram e divertiram-se bastante com os jogos, as músicas e as danças.



No fim houve um lanche partilhado por todos. 


O que não pude faltar foi o tradicional café e a bela castanha assada, que fez a delícia de todos.








Os pais das nossas crianças e jovens também participaram no nosso magusto, muitos deles cooperando nas atividades que decorreram ao longo da tarde.






O encontro teve como finalidade a comemoração do dia de São Martinho e teve o intuito de proporcionar às nossas crianças e jovens momentos de convívio e bem-estar, passando uma tarde “diferente”.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Catequese em festa

No Domingo de 27 de outubro, a nossa catequese esteve em festa, nomeadamente através da celebração do acolhimento, pela Comunidade paroquial, das crianças do 1º ano que, assim, vão iniciar uma nova etapa das suas vidas e da sua amizade com Jesus.


Agradecemos às catequistas (Manuela e Rita), a meninos e meninas presentes e a todos os pais que se associaram a esta celebração festiva, assumindo no concreto o compromisso de educar na fé os seus filhos.



Da celebração em si pode-se dizer que foi simples mas, ao mesmo tempo, muito bonita.

Parabéns a todos os envolvidos e votos de continuação de um ótimo ano da caminhada catequética.

sábado, 9 de novembro de 2013

XXXII Domingo do Tempo Comum

LEITURA I 2 Mac 7, 1-2.9-14

«O Rei do universo ressuscitar-nos-à para a vida eterna»

Leitura do Segundo Livro dos Macabeus
Naqueles dias, foram presos sete irmãos, juntamente com a mãe, e o rei da Síria quis obrigá-los, à força de golpes de azorrague e de nervos de boi, a comer carne de porco proibida pela Lei judaica. Um deles tomou a palavra em nome de todos e falou assim ao rei: «Que pretendes perguntar e saber de nós? Estamos prontos para morrer, antes que violar a lei de nossos pais». Prestes a soltar o último suspiro, o segundo irmão disse: «Tu, malvado, pretendes arrancar-nos a vida presente, mas o Rei do universo ressuscitar-nos-á para a vida eterna, se morrermos fiéis às suas leis». Depois deste começaram a torturar o terceiro. Intimado a pôr fora a língua, apresentou-a sem demora e estendeu as mãos resolutamente, dizendo com nobre coragem: «Do Céu recebi estes membros e é por causa das suas leis que os desprezo, pois do Céu espero recebê-los de novo». O próprio rei e quantos o acompanhavam estavam admirados com a força de ânimo do jovem, que não fazia nenhum caso das torturas. Depois de executado este último, sujeitaram o quarto ao mesmo suplício. Quando estava para morrer, falou assim: «Vale a pena morrermos às mãos dos homens, quando temos a esperança em Deus de que Ele nos ressuscitará; mas tu, ó rei, não ressuscitarás para a vida».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 16 (17), 1.5-6.8b.15 (R. cf. 15b)


Ouvi, Senhor, uma causa justa,
atendei a minha súplica.
Escutai a minha oração,
feita com sinceridade. Refrão

Firmai os meus passos nas vossas veredas,
para que não vacilem os meus pés.
Eu Vos invoco, ó Deus, respondei-me,
ouvi e escutai as minhas palavras. Refrão

Protegei-me à sombra das vossas asas,
longe dos ímpios que me fazem violência.
Senhor, mereça eu contemplar a vossa face
e ao despertar saciar-me com a vossa imagem. Refrão


LEITURA II 2 Tes 2, 16 – 3, 5
«O Senhor vos torne firmes em toda a espécie de boas obras e palavras»

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Tessalonicenses
Irmãos: Jesus Cristo, nosso Senhor, e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu, pela sua graça, eterna consolação e feliz esperança, confortem os vossos corações e os tornem firmes em toda a espécie de boas obras e palavras. Entretanto, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague rapidamente e seja glorificada, como acontece no meio de vós. Orai também, para que sejamos livres dos homens perversos e maus, pois nem todos têm fé. Mas o Senhor é fiel: Ele vos dará firmeza e vos guardará do Maligno. Quanto a vós, confiamos inteiramente no Senhor que cumpris e cumprireis o que vos mandamos. O Senhor dirija os vossos corações, para que amem a Deus e aguardem a Cristo com perseverança.
Palavra do Senhor.


EVANGELHO – Forma longa Lc 20, 27-38
«Não é um Deus de mortos, mas de vivos»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns saduceus – que negam a ressurreição – e fizeram-lhe a seguinte pergunta: «Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se morrer a alguém um irmão, que deixe mulher, mas sem filhos, esse homem deve casar com a viúva, para dar descendência a seu irmão’. Ora havia sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos. O segundo e depois o terceiro desposaram a viúva; e o mesmo sucedeu aos sete, que morreram e não deixaram filhos. Por fim, morreu também a mulher. De qual destes será ela esposa na ressurreição, uma vez que os sete a tiveram por mulher?». Disse-lhes Jesus: Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento. Mas aqueles que forem dignos de tomar parte na vida futura e na ressurreição dos mortos, nem se casam nem se dão em casamento. Na verdade, já não podem morrer, pois são como os Anjos, e, porque nasceram da ressurreição, são filhos de Deus. E que os mortos ressuscitam, até Moisés o deu a entender no episódio da sarça ardente, quando chama ao Senhor ‘o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob’. Não é um Deus de mortos, mas de vivos, porque para Ele todos estão vivos».

Palavra da salvação.