segunda-feira, 15 de abril de 2013

Juntos em Missão na mesma Fé - Peregrinação Nacional dos Amigos do Verbo Divino



Juntos em Missão na mesma Fé foi o lema que, qual fio condutor, foi unindo os diversos momentos da Peregrinação Nacional dos Amigos do Verbo Divino nos dias 13 e 14 de abril.
Foram praticamente mil pessoas que de braços abertos acolheram e vibraram com um fim-de-semana de sol maravilhoso em Fátima. Chegaram do norte, centro e sul do país. Os diferentes momentos do programa foram acontecendo de maneira serena. Os espaços tinham sido preparados para que os participantes se sentissem bem acolhidos. E se as pessoas chegaram felizes, regressaram, depois da celebração da tarde missionária, com forças renovadas para a Missão. No coração de todos tinham encontrado espaço as preocupações da Igreja em Portugal que D. Manuel Felício, bispo da Guarda, apresentara durante a sua homilia na Eucaristia celebrada no recinto do Santuário.

P. António Leite, svd






De Nisa foram dois autocarros. Foi um dia bem passado em comunidade e partilhando com outros amigos do Verbo Divino este amor pela Missão. Brevemente colocaremos mais fotografias.






sábado, 13 de abril de 2013

III Domingo da Páscoa


LEITURA I    Actos 5, 27b-32.40b-41

«Somos testemunhas destes factos, nós e o Espírito Santo»
Leitura dos Actos dos Apóstolos
Naqueles dias, o sumo sacerdote falou aos Apóstolos, dizendo: «Já vos proibimos formalmente de ensinar em nome de Jesus; e vós encheis Jerusalém com a vossa doutrina e quereis fazer recair sobre nós o sangue desse homem». Pedro e os Apóstolos responderam: «Deve obedecer-se antes a Deus que aos homens. O Deus dos nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vós destes a morte, suspendendo-O no madeiro. Deus exaltou-O pelo seu poder, como Chefe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e o perdão dos pecados. E nós somos testemunhas destes factos, nós e o Espírito Santo que Deus tem concedido àqueles que Lhe obedecem». Então os judeus mandaram açoitar os Apóstolos, intimando-os a não falarem no nome de Jesus, e depois soltaram-nos. Os Apóstolos saíram da presença do Sinédrio cheios de alegria, por terem merecido serem ultrajados por causa do nome de Jesus.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Sal. 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a)

Ou:      Aleluia. Repete-se

Eu Vos glorifico, Senhor, porque me salvastes
e não deixastes que de mim se regozijassem
os inimigos.
Tirastes a minha alma da mansão dos mortos,
vivificastes-me para não descer à cova. Refrão

Cantai salmos ao Senhor, vós os seus fiéis,
e dai graças ao seu nome santo.
A sua ira dura apenas um momento
e a sua benevolência a vida inteira.
Ao cair da noite vêm as lágrimas
e ao amanhecer volta a alegria. Refrão

Ouvi, Senhor, e tende compaixão de mim,
Senhor, sede Vós o meu auxílio.
Vós convertestes em júbilo o meu pranto:
Senhor meuDeus, eu Vos louvarei eternamente. Refrão


LEITURA II  Ap 5, 11-14
«Digno é o Cordeiro que foi imolado de receber o poder e a riqueza»
Leitura do Livro do Apocalipse
Eu, João, na visão que tive, ouvi a voz de muitos Anjos, que estavam em volta do trono, dos Seres Vivos e dos Anciãos. Eram miríades de miríades e milhares de milhares, que diziam em alta voz: «Digno é o Cordeiro que foi imolado de receber o poder e a riqueza, a sabedoria e a força, a honra, a glória e o louvor». E ouvi todas as criaturas que há no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e o universo inteiro, exclamarem: «Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro o louvor e a honra, a glória e o poder pelos séculos dos séculos». Os quatro Seres Vivos diziam: «Amen!»; e os Anciãos prostraram-se em adoração.
Palavra do Senhor.


EVANGELHO          Jo 21, 1-19
«Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com os peixes»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, Jesus manifestou-Se outra vez aos seus discípulos, junto do mar de Tiberíades. Manifestou-Se deste modo: Estavam juntos Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, Natanael, que era de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e mais dois discípulos de Jesus. Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar». Eles responderam-lhe: «Nós vamos contigo». Saíram de casa e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada. Ao romper da manhã, Jesus apresentou-Se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele. Disse-lhes Jesus: «Rapazes, tendes alguma coisa de comer?». Eles responderam: «Não». Disse-lhes Jesus: «Lançai a rede para a direita do barco e encontrareis». Eles lançaram a rede e já mal a podiam arrastar por causa da abundância de peixes. O discípulo predilecto de Jesus disse a Pedro: «É o Senhor». Simão Pedro, quando ouviu dizer que era o Senhor, vestiu a túnica que tinha tirado e lançou-se ao mar. Os outros discípulos, que estavam apenas a uns duzentos côvados da margem, vieram no barco, puxando a rede com os peixes. Quando saltaram em terra, viram brasas acesas com peixe em cima, e pão. Disse-lhes Jesus: «Trazei alguns dos peixes que apanhastes agora». Simão Pedro subiu ao barco e puxou a rede para terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de serem tantos, não se rompeu a rede. Disse-lhes Jesus: «Vinde comer». Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar-Lhe: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com os peixes. Esta foi a terceira vez que Jesus Se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos. Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-Me mais do que estes?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta os meus cordeiros». Voltou a perguntar-lhe segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas». Perguntou-lhe pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Pedro entristeceu-se por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez se O amava e respondeu-Lhe: «Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: Quando eras mais novo, tu mesmo te cingias e andavas por onde querias; mas quando fores mais velho, estenderás a mão e outro te cingirá e te levará para onde não queres». Jesus disse isto para indicar o género de morte com que Pedro havia de dar glória a Deus. Dito isto, acrescentou: «Segue-Me».
Palavra da salvação.

Fonte: http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/

quarta-feira, 10 de abril de 2013

VII Caminhada Vocacional


Vai realizar-se nos próximos dias 27 e 28 de Abril em Fátima a VII Caminhada Vocacional para jovens organizada pelos Missionários do Verbo Divino, Missionárias Servas do Espírito Santo e grupo Diálogos.






Ao longo das últimas edições este tipo de caminhadas tem juntado dezenas de jovens de vários pontos do país, que durante dois dias foram convidados a refletir sobre temáticas da vida de Jesus Cristo. Em consonância com o dos anos anteriores, o lema deste ano "Para Onde Vais" servirá de mote à caminhada.

sábado, 6 de abril de 2013

II Domingo da Páscoa


LEITURA I    Actos 5, 12-16
«Cada vez mais gente aderia ao Senhor pela fé, uma multidão de homens e mulheres»

Leitura dos Actos dos Apóstolos
Pelas mãos dos Apóstolos realizavam-se muitos milagres e prodígios entre o povo. Unidos pelos mesmos sentimentos, reuniam-se todos no Pórtico de Salomão; nenhum dos outros se atrevia a juntar-se a eles, mas o povo enaltecia-os. Uma multidão cada vez maior de homens e mulheres aderia ao Senhor pela fé, de tal maneira que traziam os doentes para as ruas e colocavam-nos em enxergas e em catres, para que, à passagem de Pedro, ao menos a sua sombra cobrisse alguns deles. Das cidades vizinhas de Jerusalém, a multidão também acorria, trazendo enfermos e atormentados por espíritos impuros e todos eram curados.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 2-4.22-24.25-27ª (R. 1)


(CLIQUE NO REFRÃO PARA OUVIR)


Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se


Ou:      Aleluia. Repete-se


Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Aarão:
é eterna a sua misericórdia.
Digam os que temem o Senhor:
é eterna a sua misericórdia. Refrão

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria. Refrão

Senhor, salvai os vossos servos,
Senhor, dai-nos a vitória.
Bendito o que vem em nome do Senhor,
da casa do Senhor nós vos bendizemos.
O Senhor é Deus
e fezbrilhar sobre nós a sua luz. Refrão


LEITURA II  Ap 1, 9-11a.12-13.17-19
«Estive morto, mas eis-Me vivo pelos séculos dos séculos»
Leitura do Livro do Apocalipse
Eu, João, vosso irmão e companheiro nas tribulações, na realeza e na perseverança em Jesus, estava na ilha de Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. No dia do Senhor fui movido pelo Espírito e ouvi atrás de mim uma voz forte, semelhante à da trombeta, que dizia: «Escreve num livro o que vês e envia-o às sete Igrejas». Voltei-me para ver de quem era a voz que me falava; ao voltar-me, vi sete candelabros de ouro e, no meio dos candelabros, alguém semelhante a um filho do homem, vestido com uma longa túnica e cingido no peito com um cinto de ouro. Quando o vi, caí a seus pés como morto. Mas ele poisou a mão direita sobre mim e disse-me: «Não temas. Eu sou o Primeiro e o Último, o que vive. Estive morto, mas eis-Me vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e da morada dos mortos. Escreve, pois, as coisas que viste, tanto as presentes como as que hão-de acontecer depois destas».
Palavra do Senhor.


EVANGELHO          Jo 20, 19-31
«Oito dias depois, veio Jesus...»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.
Palavra da salvação.

Fonte: http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/

Segunda -Feira da oitava da Páscoa - Romaria à Padroeira de Nisa


Segunda-feira de Páscoa é o dia de Nossa Senhora da Graça, feriado municipal. Não há festa que mais fale ao coração dos nisenses! A romaria de Nª Sr.ª da Graça foi sempre para o povo de Nisa muito importante, em que as famílias se deslocam ao campo para festejar com Nossa Senhora a festa da Páscoa. Assim na alegria Pascal, fomos com Maria celebrar a Ressurreição de Jesus.



Pelas oito da manhã, os sinos da Igreja Matriz, anunciaram o dia da Padroeira com o seu alegre repicar. Foi celebrada missa às 9 da manhã na Igreja Matriz para as pessoas que por vários motivos não se podem deslocar ao Santuário.

O dia acordou com o sol “um pouco envergonhado”, o que fez com que não fosse celebrada missa campal. A chuva dos dias anteriores fez com que muita gente não se deslocasse ao santuário, mas mesmo assim a pequena capela não chegou para acolher os romeiros que apesar do tempo incerto quiseram estar presentes. Às 11 horas foi celebrada missa, presidida pelo padre José Miguel Pereira, Reitor do Seminário de Lisboa e animada pelo coro paroquial acompanhado pelo som dos instrumentos musicais tocados por alguns jovens da catequese e da banda.

 Depois de ter chovido durante a missa, o sol “deu o ar de sua graça” e foi possível realizar-se a tradicional procissão em honra de Nossa Senhora da Graça, pela encosta do santuário, acompanhada pela Banda Musical Nisense. Na parte da tarde como de costume foi recitado o rosário na capela presidido pelo padre Sebastião, pedindo que Nª Sr.ª abençoe a vila de Nisa e toda a Santa Igreja.

Domingo de Páscoa - Domingo da Ressurreição do Senhor


No passado Domingo, dia 31 de Março, celebramos a Ressurreição de Jesus. O Domingo de Páscoa é o dia mais importante para o cristão. Com Cristo morremos e ressuscitamos para uma vida nova, e por isso devemos ser testemunhas da Ressurreição.



A nossa comunidade paroquial pelas 10 horas da manhã juntou-se na igreja Matriz para celebrar a Missa do dia de Páscoa, o triunfo da vida sobre a morte. A missa, este ano foi presidida pelo Sr. Padre Américo, missionário do Verbo Divino.

O tempo invernoso não deixou sair à rua a procissão Eucarística que todos os anos percorre as ruas da vila a anunciar a grande alegria pascal. No entanto depois da celebração da Missa fez-se uma pequena procissão dentro da igreja, onde foram entoados cânticos pascais a Jesus Ressuscitado. A celebração terminou com a bênção do santíssimo.