Com o lema “Revestidos
de Cristo, enviados em missão”, a família missionária que
partilha a espiritualidade de Santo Arnaldo Janssen – Missionários do Verbo Divino, Missionárias Servas do Espírito Santo e Leigos amigos - colaboradores na missão –
organizou a sua peregrinação a Fátima nos dias 18 e 19 de abril (AMIVD).
A comunidade Paroquial de
Nisa associou-se no domingo. A Eucaristia no Santuário, foi presidida por D.
Nuno Brás, bispo auxiliar do patriarcado de Lisboa. Depois do almoço foi a
vivência da tarde missionária, no anfiteatro do Centro Paulo VI, terminando com
o envio missionário.
Vamos continuar a pedir ao Senhor que renove em nós o entusiasmo pela Missão e que o sonho de S. Arnaldo Janssen e de S. José Freinademetz encontre acolhimento em cada um de nós.
No dia 29 de Janeiro a paróquia SVD de Nisa comemorou o aniversário da morte dos seus Santos Arnaldo Janssen (dia 15) e José Freinademetz (dia 29) reunindo-se na Igreja do Espírito Santo em Adoração ao Santíssimo. Santo Arnaldo Janssen era profundamente devoto à Santíssima Trindade e nela encontrava a origem e a finalidade das missões.
A Páscoa traz a possibilidade de redenção dos pecados e dos erros por meio de uma Ressurreição interior com mudanças efectivas no nosso modo de viver.
Viver a Ressurreição é ser capaz de mudar, é partilhar a vida na Esperança, é lutar para vencer todo o sofrimento. É ajudar mais pessoas a serem pessoas, é viver em constante Libertação, é crer na vida que vence a morte.
É dizer sim ao Amor e à Vida, é investir na Fraternidade é lutar por um Mundo melhor, é praticar a Solidariedade.
É Renascimento, é Recomeço, é uma nova oportunidade para melhor as coisas que não gostamos em nós, para sermos mais felizes por nos conhecermos a nós mesmos mais um pouquinho e vermos que hoje, somos melhores do que fomos ontem.
A PARÓQUIA DE NISA VEM DESEJAR TODOS OS PAROQUIANOS UMA SANTA PÁSCOA.
No dia 29 de janeiro os missionários do Verbo Divino celebraram a festa do
S. José Freinademetz (1852-1908) - um dos primeiros dois missionários desta
ordem religiosa, enviados para missão da China. Desde a sua partida, em 1872,
nunca mais regressou à Europa. Na China ficou conhecido como Fu - Schenfu que
quer dizer “sacerdote feliz”.
Uns dias antes, em 15 de janeiro, foi celebrada a
festa do Fundador da Congregação do Verbo Divino, S. Arnaldo Janssen
(1837-1909). Homem humilde e aberto à vontade de Deus - deu início a três ordens
religiosas dedicadas à Missão. Hoje, os missionários do Verbo Divino, estão
presentes em 6 pontos de Portugal, entre os quais se encontra a Zona Pastoral
de Nisa.
No rescaldo das referidas festas, vem esta notícia:
«Na tarde de Domingo, dia 19 de janeiro, reuniu-se um bom número de Amigos do Verbo Divino (AMIVD) de Nisa para uma tarde de oração e convívio.
Após uma breve apresentação dos traços fundamentais dos Santos Arnaldo Janssen e José Freinademetz foi celebrada uma oração, durante a qual pedimos a Deus que renove em cada um de nós a fé, a esperança e a caridade e que, pela intercessão dos dois santos (canonizados no dia 3 de maio de 2005, pelo papa João Paulo II), cresçam em nós gestos de serviço e solicitude para com os mais necessitados.
Para terminar
houve um momento de convívio onde foi servido a todos os presentes um "chá
missionário", onde não podiam faltar, naturalmente, os bolinhos de
muito bom gosto.
A comunidade paroquial de Nisa
associou-se, no passado Domingo (20 de Outubro) às celebrações do Dia Mundial das
Missões que a Igreja Universal comemora todos os anos no penúltimo domingo do
mês de Outubro.
A Eucaristia deste domingo, cuja
animação esteve ao cargo do recém-formado grupo missionário intitulado AMIVD
(Amigos do Verbo Divino) teve uma coreografia e encenação que pretendia
aproximar a assembleia do ideal e penetrar melhor na dimensão missionária da
Igreja, que deve-se tornar missão de cada baptizado. A homilia, tendo por base
a mensagem do Papa Francisco para este dia, chamou a atenção para o inestimável
dom da fé que recebemos no baptismo e que catapulta a nossa vida para níveis
mais altos do sentido, da beleza e da qualidade. Este dom não pode ser
guardado, sob a pena de o atrofiar e lesar; pelo contrário, tem que ser
partilhado ao anunciar a Boa Notícia que Jesus Cristo nos trouxe. A festividade
de toda a celebração foi confirmada pela excelente execução dos cânticos por
parte do Grupo de Jovens de Nisa. Acresce que o ofertório recolhido neste dia
será enviado para as Obras Missionárias Pontifícias que o irão canalizar para
os territórios missionários mais carenciados).
No prolongamento da Eucaristia, o
mesmo Grupo Missionário organizou, na parte da tarde, uma Oração Missionária. Esta
oração, realizada na igreja Matriz, contou com uma considerável participação de
paroquianos que puderam reflectir, cantar e rezar pelas missões e por
missionários e missionárias espalhados pelo mundo fora. Após a oração, teve
lugar um momento de convívio onde cada um pode contribuir materialmente, em
troca de saborosos doces e de um excelente chã, para um projecto missionário
ainda por determinar (será anunciado futuramente).
No dia 19 de outubro a pitoresca vila do Castelo de Vide tornou-se palco das V Jornadas Missionárias da Diocese de Portalegre – Castelo Branco. O evento, promovido pelo Secretariado Diocesano das Missões, em colaboração activa dos Secretariados da Pastoral da Juventude e de Educação Cristã, contou com a presença de algumas centenas de pessoas provindas de diversas partes da Diocese, em representação de todos os seus cinco arciprestados. Entre elas contaram-se, entre as crianças, jovens e adultos, largas dezenas dos paroquianos da Zona Pastoral de Nisa. Após um animado acolhimento no jardim da vila, os participantes foram divididos em três grupos etários e encaminhados para as instalações onde, na parte da manhã, desenvolveram-se as respectivas actividades à volta do tema: “Uma Igreja terna, pobre para os pobres”. Nesta tarefa, os jovens e os adultos foram auxiliados por os convidados para o efeito: o Pe José Augusto Leitão, missionário do Verbo Divino, o Félix Lungu, leigo em representação da “Fundação Ajuda à Igreja que Sofre” e um grupo de jovens do movimento “Cenacolo”. Por seu lado, a animação de crianças contou com a contribuição de catequistas e professoras de Nisa.
Depois do almoço partilhado, a parte da tarde das Jornadas transbordava de propostas. Uma vez que o tempo, incerto até à madrugada, resolveu dar-nos tréguas, os participantes puderam escolher, primeiro, entre a visita guiada à cidade e um animado convívio na praça principal para, em seguida, serem todos convidados a assistir a uma bela actuação do Rancho Folclórico do Castelo de Vide e uma dinâmica performance do grupo de danças africanas de S. Tomé.
O ponto culminante do dia aconteceu na Eucaristia que encerrava todo o evento. Esta celebração que preencheu por completo a enorme igreja Matriz, teve particularidade de ser animada e embelezada pelo grupo de jovens de Nisa e contou com a presidência do Pastor da Diocese, D. Antonino. Foi também na Eucaristia que a responsabilidade da organização da próxima Jornada Missionária Diocesana passou, simbolicamente, para o Arciprestado do Ponte de Sor.
A todos os participantes das V Jornadas Missionárias Diocesanos provenientes de Nisa ou da Zona Pastoral de Nisa agradecemos pela aceitação do desafio e, desde já, lançamos o convite para participação na edição seguinte. Até para o ano!
O Santo Padre, Papa Francisco, pediu que nos juntássemos a ele numa jornada de oração e jejum pela paz.
Abaixo, as palavras do Santo Padre.
Como em Portugal temos uma hora menos do que no Vaticano, o nosso Jejum deverá ser feito, se possível, desde as 18h às 23h.
Junte-mo-nos ao Santo Padre, a todos os Cristão e pessoas de boa vontade, rezando ao Pai do Céu pela Paz.
PAPA FRANCISCO
ANGELUS
1 de Setembro de 2013
Hoje, queridos irmãos e irmãs,
queria fazer-me intérprete do grito que se eleva, com crescente angústia, em todos os cantos da terra, em todos os povos, em cada coração, na única grande família que é a humanidade: o grito da paz! É um grito que diz com força: queremos um mundo de paz, queremos ser homens e mulheres de paz, queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz! Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra! A paz é um dom demasiado precioso, que deve ser promovido e tutelado.
Vivo com particular sofrimento e com preocupação as várias situações de conflito que existem na nossa terra; mas, nestes dias, o meu coração ficou profundamente ferido por aquilo que está acontecendo na Síria, e fica angustiado pelos desenvolvimentos dramáticos que se preanunciam.
Dirijo um forte Apelo pela paz, um Apelo que nasce do íntimo de mim mesmo! Quanto sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o uso das armas naquele país atormentado, especialmente entre a população civil e indefesa! Pensemos em quantas crianças não poderão ver a luz do futuro! Condeno com uma firmeza particular o uso das armas químicas! Ainda tenho gravadas na mente e no coração as imagens terríveis dos dias passados! Existe um juízo de Deus e também um juízo da história sobre as nossas acções aos quais não se pode escapar! O uso da violência nunca conduz à paz. Guerra chama mais guerra, violência chama mais violência.
Com todas as minhas forças, peço às partes envolvidas no conflito que escutem a voz da sua consciência, que não se fechem nos próprios interesses, mas que olhem para o outro como um irmão e que assumam com coragem e decisão o caminho do encontro e da negociação, superando o confronto cego. Com a mesma força, exorto também a Comunidade Internacional a fazer todo o esforço para promover, sem mais demora, iniciativas claras a favor da paz naquela nação, baseadas no diálogo e na negociação, para o bem de toda a população síria.
Que não se poupe nenhum esforço para garantir a ajuda humanitária às vítimas deste terrível conflito, particularmente os deslocados no país e os numerosos refugiados nos países vizinhos. Que os agentes humanitários, dedicados a aliviar os sofrimentos da população, tenham garantida a possibilidade de prestar a ajuda necessária.
O que podemos fazer pela paz no mundo? Como dizia o Papa João XXIII, a todos corresponde a tarefa de estabelecer um novo sistema de relações de convivência baseados na justiça e no amor (cf. Pacem in terris, [11 de abril de 1963]: AAS 55 [1963], 301-302).
Possa uma corrente de compromisso pela paz unir todos os homens e mulheres de boa vontade! Trata-se de um forte e premente convite que dirijo a toda a Igreja Católica, mas que estendo a todos os cristãos de outras confissões, aos homens e mulheres de todas as religiões e também àqueles irmãos e irmãs que não creem: a paz é um bem que supera qualquer barreira, porque é um bem de toda a humanidade.
Repito em alta voz: não é a cultura do confronto, a cultura do conflito, aquela que constrói a convivência nos povos e entre os povos, mas sim esta: a cultura do encontro, a cultura do diálogo: este é o único caminho para a paz.
Que o grito da paz se erga alto para que chegue até o coração de cada um, e que todos abandonem as armas e se deixem guiar pelo desejo de paz.
Por isso, irmãos e irmãs, decidi convocar para toda a Igreja, no próximo dia 7 de setembro, véspera da Natividade de Maria, Rainha da Paz, um dia de jejum e de oração pela paz na Síria, no Oriente Médio, e no mundo inteiro, e convido também a unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras religiões e os homens de boa vontade.
No dia 7 de Setembro na Praça de São Pedro, aqui, das 19h00min até as 24h00min, nos reuniremos em oração e em espírito de penitência para invocar de Deus este grande dom para a amada nação síria e para todas as situações de conflito e de violência no mundo. A humanidade precisa ver gestos de paz e escutar palavras de esperança e de paz! Peço a todas as Igrejas particulares que, além de viver este dia de jejum, organizem algum ato litúrgico por esta intenção.
Peçamos a Maria que nos ajude a responder à violência, ao conflito e à guerra com a força do diálogo, da reconciliação e do amor. Ela é mãe: que Ela nos ajude a encontrar a paz; todos nós somos seus filhos! Ajudai-nos, Maria, a superar este momento difícil e a nos comprometer a construir, todos os dias e em todo lugar, uma autêntica cultura do encontro e da paz. Maria, Rainha da paz, rogai por nós!
Em acção que decorreu nos dias 1 e 2 de Junho, o Concelho de Nisa contribuiu com 1413 kg de alimentos para a campanha do Banco Alimentar Contra a Fome, iniciativa que envolveu um total de 16 voluntários jovens e 6 adultos.
Coordenada pela Conferência Vicentina de Nisa e pela Cáritas Inter-Paroquial de Nisa, a campanha decorreu apenas na sede do concelho, tendo ainda assim sido ultrapassado o valor recolhido em 2012, segundo dados provisórios obtidos junto do Coordenador da Campanha no Distrito de Portalegre. O valor total recolhido no Distrito é inferior ao de 2012, sendo excepções os Concelhos de Nisa, Monforte e Elvas, onde esse valor foi ultrapassado.
A Conferência Vicentina e a Cáritas Inter-Paroquial de Nisa não podem deixar de agradecer à população do Concelho, que mais uma vez correspondeu e ultrapassou as expectativas, bem como a todos os voluntários envolvidos na recolha, que não teria sido possível sem a preciosa colaboração dos supermercados “Só Frescos” e “Intermarché”. Ler aqui a notícia sobre a campanha de Portalegre
No Sábado, dia 18, a paróquia de São Matias do Cacheiro celebrou
a festa do seu padroeiro.
Como estava programado, às 15horas, celebrou-se a Sagrada Eucaristia com os moradores e muitos amigos e desta localidade, animada com um
coro de alguns jovens empenhados.
Seguiu-se uma procissão com os andores de S. Matias e de
Nossa Senhora de Fátima. Caminhou-se pelas ruas do lugar entoando cânticos ao
Santo padroeiro.
No final, houve convívio e confraternização à volta de
alguns petiscos.
Nesta celebração destacou-se de forma especial a presença
do Sr. Padre Joaquim Henriques Pereira, que presidiu à Eucaristia e à procissão.
O Padre Joaquim foi Pároco de Sant’Ana de Nisa e de São
Matias do Cacheiro desde 1965 ate 1969.
Como neste ano celebra cinquenta anos de ordenação
sacerdotal, disponibilizou-se a de presidir à esta festa de São Matias.
Durante
a homilia lembrou o "Santo da machadinha" como modelo de discípulo de Jesus. Recordou também
vários momentos da sua estadia nesta Paróquia, em especial a reconstrução da igreja e a forma acolhedora com que os paroquianos o receberam como pároco
nesses quatro anos.
O Padre Joaquim é atualmente pároco das paróquias de
Orvalho, Cambas e Amieira OLR.
O nosso bem-haja e agradecimento pelos seus 50 anos de
sacerdote e pelas palavras de incentivo que nos deixou.
No feriado de 1 de Maio acontece tradicionalmente em Fátima o dia do Acólito. Este ano não foi excepção, e tantos foram os acólitos que rumaram em peregrinação a Fátima neste dia, provindos de todas as dioceses do País.
O dia conheceu quatro momentos fortes de festa,
celebração e oração: concerto da banda terceira margem; celebração da Sagrada
Eucaristia; recitação do Terço e Procissão com o Santíssimo Sacramento.
Também de Nisa marcaram presença alguns acólitos,
que ajudaram a mostrar a presença da nossa diocese. Apesar de cheio, o dia foi
agradável e animado. Serviu para estimular os acólitos a este bonito e
importante serviço na liturgia e na vida.
D. Anacleto presidiu à Eucaristia e lembrou que o
Beato Francisco Marto é oficialmente o padroeiro dos Acólitos em Portugal. Tal
como o B. Francisco, também os acólitos devem aprender a prostrar-se perante o Senhor
Jesus na Eucaristia, disse o bispo de Viana do Castelo. Lembrou ainda o gesto
de inclinação de Jesus perante os Apóstolos no lava-pés.
No final cada um dos acólitos de Nisa resumiu
este dia numa frase que aqui fica:
“Gostei
muito de ouvir o grupo «Terceira Margem»”
“Gostei
de Rezar o Terço na Capelinha”
“Gostei
de conhecer a casa dos Missionários do Verbo Divino”
“Gostei
de ver tantos acólitos vestidos do Branco”
Cerca de 50 jovens à procura da sua vocação, caminharam nas
proximidades de Fátima neste último fim-de-semana. Vindos de todo o país e
ligados aos Missionários do Verbo Divino, às Irmãs Servas do Espírito Santo e
ao Grupo de leigos para a Missão Diálogos, percorreram um percurso de cerca de
15km.
De Nisa marcaram presença alguns jovens participantes, que no
final se mostraram animados a trazer para “casa” o que sentiram e prometeram em
Fátima: continuar animados e animar outros jovens no seguimento de Jesus.
O mote para a caminhada foi a pergunta “Para onde vais?”. A
partir desta pergunta, ouviu-se, falou-se, compreendeu-se e rezou-se.
Um momento alto foi também a recitação do Terço no Sábado à noite
na Capelinha das Aparições… e a honra de alguns dos jovens participantes ao
ajudarem a transportar o andor com a imagem de Nossa Senhora de Fátima na
procissão de Velas.
No Domingo, logo cedo, celebramos a Eucaristia com “tons” missionários
e vocacionais na Casa do Verbo Divino.
Dizem os jovens que este fim de semana os ajudou a fortalecer
a fé e o compromisso nas paróquias e comunidades a que pertencem.